Jeito facinho de ter ervas frescas
(via Hortelões Urbanos)
(via Hortelões Urbanos)
Mas dizem-me que tudo é símbolo. Todos me dizem nada. Quais símbolos? Sonhos.— Que o sol seja um símbolo, está bem... Que a lua seja um símbolo, está bem... Que a terra seja um símbolo, está bem... Mas quem repara no sol senão quando a chuva cessa, E ele rompe
Iogurte, smoothies, molho para salada, coalhada seca, pastinhas: vários produtos nascem das diversas etapas de um mesmo processo. Meu objetivo final era fazer pastinhas tendo coalhada seca como base, mas o processo até chegar lá pode gerar vários outros produtos. É processo lento, mas não trabalhoso. Você faz cada etapa
Um conto de Julio Cortázar. Em "Queremos Tanto a Glenda", 1980. "Quando Alana e Osíris me olham não posso queixar-me da menor dissimulação, da menor duplicidade. Olham-me de frente, Alana sua luz azul e Osíris seu raio verde. Também entre eles olham-se assim, Alana acariciando o lombo negro de Osíris,
" 'O último voo do flamingo' fala de uma perversa fabricação de ausência - a falta de uma terra toda inteira, um imenso rapto de esperança praticado pela ganância dos poderosos. O avanço desses comedores de nações obriga-nos a nós, escritores, a um crescente empenho moral. Contra a indecência dos
Verso cantado também é verso. E amanhã a felicidade vai desabar sobre nós, porque amanhã é sexta!
Massa: 300 ml de leite ; a mesma medida de farinha de trigo; 2 ovos 4 colheres (sopa) de azeite 1 colher (sobremesa, rasa) de fermento em pó 1 colher (chá, rasa) de sal Recheio: 1 tomate médio cortado em cubinhos queijo minas meia-cura em cubinhos 1 fio de azeite
Se vivo, Julio Cortázar completaria hoje 101 anos. Entre suas obras, a principal, provavelmente, é Rayuela (O Jogo da Amarelinha), que narra o conturbado romance entre o intelectual argentino Horacio Oliveira e a Maga, sua descacetada namorada, ambos vivendo em Paris e cercados por um grupo de amigos igualmente intelectuais,
Não é viralatismo, não. É reconhecer que a escrita de Clarice Lispector merece ganhar o mundo. Merece, ainda hoje, ganhar o Brasil, para muito além das frases de autoajuda muitas vezes atribuídas a ela e alardeadas levianamente nas redes sociais. Clarice é profunda e a superfície rasa deste ambiente aqui,
...O Sol, dizia, amadurece de noite. Que fazer? Há coisas que fazem o homem, outras fazem o humano. E suspirava: o tempo é o eterno construtor de antigamentes." --O falador da estória, sobre seu pai, em "O Último voo do flamingo", Mia Couto. Companhia das Letras, 2005. p.160. Foto: Icarus