Soneto IV
Minha rua está cheia de pregões. Parece que estou vendo com os ouvidos: “Couves! Abacaxis! Caquis! Melões!” Eu vou sair pro Carnaval dos ruídos, Mas vem, Anjo da Guarda… Por que pões Horrorizado as mãos em teus ouvidos? Anda: escutemos esses palavrões Que trocam dois gavroches atrevidos! Pra que viver